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ENSINAR TODAS AS PESSOAS SOBRE A INTERNET E A MANEIRA DE FAZER NEGÓCIOS
sábado, 3 de novembro de 2007
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
DICAS
DICAS / - Internet - Outros
Dez opções para adicionar novos recursos ao blog
Os principais sistemas de blog, como o Blogger e o Wordpress, já cobrem a funcionalidade básica esperada para um diário virtual. Mas, mesmo sem saber nada de programação, é possível adicionar recursos extras interessantes, como tradução automática, país e estado dos visitantes, fotos e músicas favoritas do blogueiro, entre muitos outros. Tudo isso é feito copiando trechos simples de HTML para o modelo de página do blog, o que é feito pela própria interface de administração. Conheça, a seguir, dez dos melhores serviços para adicionar a seu blog.
Google Analytics
www.google.com/analytics
Um dos melhores serviços de análise de tráfego em páginas web e blogs é gratuito, cortesia do onipresente Google. O Analytics gera relatórios detalhados de tráfego, com origens dos visitantes, tráfego por data, e muito mais. O serviço ainda é integrado ao Adwords do Google, o que ajuda a quem quer ganhar dinheiro com propaganda no blog. Os relatórios de tráfego do Analytics podem ser enviados automaticamente por e-mail, mas a tela de administração das estatísticas é tão interessante que fica difícil não a visitar sempre.
Avaliação Técnica - 8.0
Gratuito
Widgetbox
www.widgetbox.com
O Widgetbox tem opções interessantes de módulos para blogs, com jogos e suporte a arrecadação de dinheiro pelo site. Um recurso interessante é o Blogify, que transforma um blog em um módulo. É útil para disponibilizar os últimos posts de blogs parceiros em seu diário virtual. Ao contrário do Google Gadgets, o Widgetbox exige o cadastro para utilização dos módulos. Apesar dessa chatice, isso é útil para controlar a freqüência de uso de cada módulo.
Avaliação Técnica - 7.7
Gratuito
Google Gadgets
www.google.com/ig/directory?synd=open
Mais que um simples adendo, o Google Gadgets traz uma lista de mais de 11 mil opções para incrementar seu blog. Há opções da casa, como um Google Talk para páginas web ou visualizador de compromissos na Google Agenda. Mas existem itens para qualquer gosto, como jogos, previsão do tempo, salas de bate-papo, entre outros. É possível modificar o tamanho do módulo ou sua cor, para combinar com o blog.
Avaliação Técnica - 7.7
Gratuito
Google Reader
http://reader.google.com
Quem usa o Google Reader para ler as últimas notícias pode manter uma seleção delas disponível em seu blog. O módulo do Google Reader mostra as notícias que são marcadas como Shared (compartilhadas). Isso é interessante para publicar apenas as notícias relevantes ao blog. Para quem usa Blogger, a instalação é automática.
Avaliação Técnica - 7.2
Gratuito
ClustrMaps
www.clustrmaps.com
Saber a origem dos visitantes pode ser uma boa ferramenta para gerenciar o foco dos posts de um blog. O ClustrMaps é um serviço que mostra, em um mapa-múndi, as localidades dos visitantes de seu blog. O mapa fica em uma versão miniaturizada no próprio blog, o que é bem bacana. O tamanho do ponto vermelho no mapa é proporcional aos visitantes daquela região do mundo.
Avaliação Técnica - 7.0
Gratuito
Babelfish
http://br.babelfish.yahoo.com/free_trans_servicer
O serviço de tradução do Yahoo! é uma opção interessante para quem quer disponibilizar seu blog para visitantes de outros países sem precisar se preocupar com teclar o conteúdo novamente. A tradução segue o estilo dos serviços automatizados, não funcionando bem com expressões de gíria e abreviações, mas dá para quebrar o galho.
Avaliação Técnica - 7.2
Gratuito
BlogBlogs
www.blogblogs.com.br
Criação do mineiro Manoel Lemos, o BlogBlogs é um sistema de indexação de blogs, nos moldes do MyBlogLog (www.mybloglog.com) americano. Um ponto forte é a visualização dos usuários que estão acessando o blog naquele momento, desde que eles estejam cadastrados no BlogBlogs. O site do serviço também mostra os últimos posts nos blogs, além de um ranking dos diários virtuais.
Avaliação Técnica - 7.5
Gratuito
Twitter
www.twitter.com/badges
Os microblogs, como o Twitter, são excelentes para posts curtos e rápidos, menos elaborados que os de um blog normal. Mas é uma boa idéia mostrar no próprio blog as novidades do microblog. Para isso, o Twitter oferece um widget que pode ser embutido em um blog, bastando usar um código HTML curto. Há várias opções de visual do widget, com animações em Flash ou mais simplificados, com apenas o básico em HTML.
Avaliação Técnica - 7.0
Gratuito
Rec6
www.rec6.com.br
O site de notícias Rec6 permite a integração de blogs, com envio de posts de forma automatizada para votação pelos usuários do Rec6. O código HTML pode ser incluído facilmente no modelo de posts, para permitir que qualquer deles possa ser enviado ao Rec6.
Avaliação Técnica - 7.0
Gratuito
Flickr
www.flickr.com
Colocar um dos módulos do Flickr no blog é uma forma de mostrar aos visitantes as últimas fotos, o que pode ser bastante interessante em um diário de viagens, por exemplo. Os módulos ficam disponíveis na seção Ferramentas do Flickr e contam com várias opções de visual, além de configuração detalhada de cores para combinar com o estilo do blog. É possível também escolher quais fotos poderão aparecer no módulo, o que ajuda a separar as imagens apropriadas para o blog.
Avaliação Técnica - 7.0
Gratuito
ANIVERSARIANTES NA COMUNIDADE DO ORKUT
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edmundoborges
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segunda-feira, outubro 08, 2007
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quarta-feira, 3 de outubro de 2007
BrPay agora é PagSeguro da Uol.
Uma Ferramenta Fantástica para
quem quer vender online!
Sabe aquela dor de cabeça" que
todo webmaster encontrava
para implantar uma loja
virtual para vender suas
mercadorias pela Internet?
Essa dor de Cabeça acabou!
PagSeguro da Uol.
Sabe aquela dor de cabeça que todo webmaster encontrava para implantar uma loja virtual para vender suas mercadorias pela Internet? E a GRANDE tarefa de passar idoneidade e segurança nesta transações?
Devido a complexidade de programação e o difícil acesso a mão de obra especializada, que sinal por sinal muitíssimo cara e demorada, alem de toda burocracia que se encontra para autorização de vendas em cartão de créditos, boleto, transferência eletrônica, conferencia de pagamento on-line, e outras...
Se você já tentou vender algo na Internet sabe muito bem do que está sendo falado aqui, das dificuldades de passar essa credibilidade ao tentar vender pela Internet.
Mas as coisa estão mudando!
Já imaginou poder vender em seu site com segurança e credibilidade, poder receber por cartão de crédito, boleto, transferências on-line e principalmente vender sua mercadoria parcelada e receber à vista? Isso sem ter que se preocupar com grande complexidade de programação, cobranças, sem ter que correr atrás de papeladas, burocracias para vendas online?
E ainda já pensou em entregar ao eu cliente e-produtos na mesma hora da compra? Como ebooks, apostilas, documentos eletrônicos, acessos... sem o seu intermédio pessoal enfim vender automaticamente (recebendo o valor pago), e entregar automaticamente também para os casos de e-produtos o sistema é chamado de retorno automático.
Sim isso já está disponível na Internet através do PagSeguro da Uol. O cadastro e manuseio do serviço é grátis.
O Fato é que essa pratica de transações de dinheiro on-line chegou para facilitar o mercado brasileiro, assim como os serviços internacionais como paypal e e-gold entre outras que já funcionam a anos no exterior!
Agora você poder vender seu produto na Internet com muito mais facilidade e segurança graças ao serviço deste respeitado provedor de serviços online Uol.
Faça sua conta pois mais cedo ou mais tarde ira usufruir deste serviço, como vendedor da Internet, como apenas um comprador ou receber valores de outras pessoas ou sistemas utilizando-se deste serviço!
REDE MUNDIAL
Compradores
Proteja seus dados
Pagamentos online sem informar o cartão de crédito à loja. Informe seus dados somente ao PagSeguro, em ambiente de segurança.
Saiba mais
Pagamento Seguro
Você paga ao PagSeguro e se o produto não chegar, você tem até 14 dias para bloquear o pagamento à loja.
Saiba mais
Pagamento para qualquer E-mail
Realize pagamentos para qualquer pessoa que tenha uma conta de e-mail.
Saiba mais
Vendedores
Parcelamento
Ofereça parcelamento e receba em uma única parcela.
Saiba mais
Meios de Pagamento
Receba pagamentos por cartões de crédito, transferência bancária ou boleto.
Saiba mais
Sem mensalidade
Você só paga quando vende.
Saiba mais
Implantação rápida e fácil
Adicione o PagSeguro em seu site.
Saiba mais
terça-feira, 11 de setembro de 2007
UM MODELO DE VIDEO-AULA
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REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS
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terça-feira, setembro 11, 2007
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segunda-feira, 10 de setembro de 2007
REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS
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REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS
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segunda-feira, setembro 10, 2007
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CURSOS - VIDEO AULAS DIVERSOS
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REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS
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segunda-feira, setembro 10, 2007
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Por que você não está vendendo nada na internet?

Calma, não é spam. Mas se você tem um negócio e não consegue fazê-lo lucrativo na internet, então algo está errado.
Não é o grande que come o pequeno, e sim o rápido que engole o lento
(Alvin Toffler)
Há pouco, publicaram vários números que servem para nos dar a dimensão exata do mercado digital brasileiro.
- Em 2006, foram mais de R$ 13 bilhões em vendas na internet apenas no Brasil.
- O comércio eletrônico no primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período de 2006 cresceu 57%.
- Estimativa que até o final deste ano serão quase R$ 17 bilhões de reais em vendas. Poderá ser bem mais.
- Mesmo com a mudança de metodologia no cálculo, o PIB nacional cresceu apenas 3,5% no ano passado.
Você percebe o que está acontecendo?
Claro que o mercado digital aumenta por si mesmo, mas a maior parcela deste crescimento não vem da expansão, mas de uma migração dos negócios convencionais para a internet. O que isso tem a ver com seu negócio? Algumas dicas:
Dica 1: Ou você está na internet ou é carta fora do baralho. Não dá mais para dizer que isso é coisa do futuro. Que amanhã ou no mês que vem sua empresa vai se preocupar com isso.
Dica 2: Comece a ganhar dinheiro com seu negócio na internet. Se você já tem um e não está fazendo dinheiro, pare agora. Tem algo errado e você não pode se dar ao luxo de continuar a gastar sem saber o que está fazendo. Mesmo que não tenha de pagar um webmaster, manter um site de negócios tem seu preço.
Dica 3: Uma página de internet serve para três coisas:
- 1. Vender seu produto ou serviço.
- 2. Educar o cliente sobre as vantagens de adquirir seu produto ou serviço e apontar para uma página que vende o produto ou serviço.
- 3. Pegar o e-mail do visitante para que possa vender seu produto ou serviço mais tarde.
Dica 4: Para quem não tem um negócio na internet: coloque seu negócio na internet. Não tem mais desculpas. O mercado está cada vez mais maduro e é muito fácil e barato ter um site.
Dica 4 e meio: Resultado zero também é resultado. Mesmo que o site seja uma porcaria e não venda nada, aproveite para aprender com a experiência. Se o resultado está abaixo - especialmente muito abaixo – do esperado, procure analisar sua estratégia e descobrir o que está errado. Pode ser o site ou a forma como o visitante chega (ou não chega) a ele, ou ainda, a maneira como o cliente é tratado. Pode ser o produto, a oferta, a promoção. Seja como for, não desista. Você está quase lá.
Dica 5: Para melhorar o seu negócio, procure fazer com que as pessoas se identifiquem com ele. Por exemplo, em menos de três meses começa o Pan do Rio. O que seu negócio tem a ver com este evento? Não se apresse em dizer que não tem nada, mas se não tiver mesmo, invente uma conexão: crie uma promoção, sorteio, um evento digital. Seja criativo.
O Pan é só um exemplo. Há outros aparecendo o tempo todo. Dia 27/4 é o dia da empregada doméstica, você sabia? Nem eu, mas adivinha qual o tema do Globo Repórter naquela data? Todo dia é dia de alguma coisa. Tem o dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças… tem até o dia de São Nunca - 2 de novembro, dia de todos os santos e dia de finados. Então, para melhorar seus negócios, olhe ao redor. Veja o que o seu público-alvo está fazendo e, em vez de tentar desviá-los na sua direção, corra para lá e espere-os. De preferência com um site pronto.
Dica 6: Se você não tem um produto ou serviço para comercializar, tudo bem, você pode criar um. E se não puder (ou se acredita que não pode), há uma infinidade deles na rede. Você pode revender ou se tornar um afiliado dos milhares de sites que oferecem programas deste tipo.
Dica 7: Posso ficar aqui dando dicas e mais dicas, mas se você não se mexer, elas de nada adiantam. Parta para a ação. O bolo é grande e tem uma fatia para você, mas ela não vai ficar esperando. Mexa-se. [Webinsider]
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REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS
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segunda-feira, setembro 10, 2007
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Inclusão digital: o que é e a quem se destina?
Iniciativas como a do PC Conectado são louváveis mas não é só entregar máquinas, conforme bons e maus exemplos em outros países nos ensinam. Veja aqui a opinião de vários autores com quem conversamos.
O termo “inclusão digital”, de tão usado, já se tornou um jargão. É comum ver empresas e governos falando em democratização do acesso e inclusão digital sem critérios e sem prestar atenção se a tal inclusão promove os efeitos desejados. O problema é que virou moda falar do assunto, ainda mais no Brasil, com tantas dificuldades - impostos, burocracia, educação - para facilitar o acesso aos computadores.
É que inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia. A expressão nasceu do termo “digital divide”, que em inglês significa algo como “divisória digital”. Hoje, a depender do contexto, é comum ler expressões similares como democratização da informação, universalização da tecnologia e outras variantes parecidas e politicamente corretas.
Em termos concretos, incluir digitalmente não é apenas “alfabetizar” a pessoa em informática, mas também melhorar os quadros sociais a partir do manuseio dos computadores. Como fazer isso? Não apenas ensinando o bê–á–bá do informatiquês, mas mostrando como ela pode ganhar dinheiro e melhorar de vida com ajuda daquele monstrengo de bits e bytes que de vez em quando trava.
O erro de interpretação é comum, porque muita gente acha que incluir digitalmente é colocar computadores na frente das pessoas e apenas ensiná–las a usar Windows e pacotes de escritório. A analogia errônea tende a irritar os especialistas e ajuda a propagar cenários surreais da chamada inclusão digital, como é o caso de comunidades ou escolas que recebem computadores novinhos em folha, mas que nunca são utilizados porque não há telefone para conectar à internet ou porque faltam professores qualificados para repassar o conhecimento necessário.
Desde a década de 90, acadêmicos e especialistas em tecnologia da informação (TI) deram início a uma série de debates sobre um quadro preocupante e que pouco mudou: os países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, sobretudo os mais pobres, estão perdendo o bonde da informação. Sem os meios necessários (computadores e laboratórios) e recursos apropriados (internet rápida, telecomunicações), esses países deixam para trás um amplo leque de opções para aquecer a economia e melhorar os baixos índices sociais.
Somente colocar um computador na mão das pessoas ou vendê–lo a um preço menor não é, definitivamente, inclusão digital. É preciso ensiná–las a utilizá–lo em benefício próprio e coletivo. Induzir a inclusão social a partir da digital ainda é um cenário pouco estudado no Brasil, mas tem à frente os bons resultados obtidos pelo CDI no País, cujas ações são reconhecidas e elogiadas mundialmente. Inclusive, por vários estudiosos consultados pela reportagem, que costumam classificar as ações do Comitê como exemplo em palestras mundo afora.
O presidente do CDIPE, Marcelo Fernandes, acha que agora é o momento para reflexões e críticas às atividades desenvolvidas, pois o Comitê está completando dez anos. “Nestes últimos anos, tivemos muitas conquistas e desafios. Agora é o momento para refletirmos sobre eles e prestarmos conta para a sociedade sobre as ações que realizamos”, adianta. Apesar da boa vontade, alguns empecilhos representam um grave problema à melhor socialização de comunidades carentes.
O coordenador–executivo do CDI–PE, Diego Garcez, elege a carência de infra–estrutura como um dos piores obstáculos no Brasil e em Pernambuco. “Por exemplo, acontece de chegamos em uma comunidade de baixa renda e não termos como levar internet até lá, porque não há fiação telefônica ou instalação elétrica adequada,” cita.
Outro problema apontado por Garcez é a baixa escolaridade dos instrutores, que às vezes são os jovens da própria comunidade. E é justamente aí que entra o papel da inclusão digital como indutor à inclusão social. Chico Science já dizia que os computadores fazem arte. Os especialistas concordam e acrescentam: também fazem cidadania.
É preciso focar o crescimento social
Pensadores como Manuel Castells, um dos ícones nos estudos sociais a partir de novas tecnologias, pondera que a sociedade está passando por uma revolução informacional que pode ser comparada às grandes guinadas da História. Na clássica trilogia “A Era da Informação“, o autor é enfático em mesclar economia, cultura e informação a partir de uma inclusão digital de verdade.
Muitos imaginam que, em países pobres, não se deveria nem falar em inclusão digital enquanto há pessoas com fome e desempregadas na rua. O problema é que são as nações pobres as quais, justamente, costumam se beneficiar melhor das ações includentes.
Mark Warschauer, professor na Universidade da Califórnia e integrante do Centro de Estudos em TI e Organizações (CRITO, do inglês), descreve que em países como o Brasil, a inclusão digital precisa ser acentuada com mais prática e menos teoria.
O pensamento é compartilhado por William Mitchell, autor do livro E–Topia, que também se dedica a estudar o impacto social via inclusão digital. “Comunidades de baixa renda tendem a atrair menos investimentos em infra–estruturas de telecomunicações e tecnologias, gerando menos motivação de empresas e governos. Em lugares assim, há um risco óbvio de diminuir ainda mais as ofertas de bons empregos e serviços para todos daquela comunidade,” enfatiza Mitchell, em um cenário bastante conhecido no Brasil.
O professor Adilson Cabral, doutorando em Comunicação Social e estudioso do tema, considera até impreciso utilizar o termo inclusão digital atualmente, porque não mostra à sociedade o contexto social envolvido na questão. “Preferimos a idéia de apropriação social das tecnologias de informação e comunicação (TIC), cuja relação direta é a tomada de consciência e cidadania nas comunidades”, explica.
Ele critica a atuação de muitos laboratórios públicos de informática, alguns chamados de “telecentros”, porque muitas vezes os próprios organizadores não têm noção de objetivos e propósitos na hora de ensinar pessoas a usar o computador. “Não adianta apenas oferecer acesso à internet e editor de textos. A gente precisa transformar a perspectiva de vida das pessoas, buscar soluções práticas que melhorem a vida desses novos usuários”, sugere Cabral.
A crítica é compartilhada por Warschauer, que durante a última visita ao Brasil, ficou espantado com a falta de objetivos claros dos inúmeros telecentros instalados pelos governos nas cidades, especialmente em São Paulo, embora tenha elogiado bastante as
atividades do CDI.
Computadores como fonte de renda e cidadania
Há uma série de iniciativas de inclusão digital que merecem destaque nos chamados “países pobres”, que ilustram como o acesso às tecnologias e uma pitada de boa vontade podem mudar um cenário de pobreza.
Em Honduras, uma ONG instalou estações de trabalho em comunidades rurais, cujos computadores funcionavam por energia solar, já que não havia energia elétrica naquela área. Também não havia infra–estrutura de telecomunicações, ou seja, nada de telefones ou conexões à internet. Então começaram a usar conexão via satélite, cujo valor ainda é bem alto. Ocorre que toda a parafernália pode se tornar auto–sustentável, com a própria comunidade arcando os custos de manutenção.
Após o pontapé inicial - ensinando as pessoas a usar as ferramentas e como tirar proveito delas - os agricultores e artesões começaram a vender seus trabalhos pela internet. Jovens da comunidade ainda conseguem usar salas de bate–papo para ensinar espanhol a europeus.
A Índia é um país–ícone quando se fala de tecnologia, mas é bom lembrar que também representa uma nação com terríveis índices de pobreza e desigualdade. Hoje, aquele país exporta software e exímios especialistas em tecnologia, cobiçados pelos países ricos e contratados a peso de ouro.
Parece incrível, mas os números sociais da Índia são piores do que no Brasil. De acordo com dados divulgados pelo governo, apenas 0,5% da Índia está conectada à web. Com uma população beirando um bilhão de pessoas, parece muita gente, mas em termos relativos está longe de chegar aos 11% que existe no Brasil, segundo o Ibope/ Netratings. No setor de telefonia, a Índia tem apenas 2,2 linhas telefônicas para cada cem habitantes, em média.
Outro exemplo é a Costa Rica, um país com a economia baseada em agricultura. Hoje, exporta mais circuitos integrados (chips) do que produtos agrícolas, uma situação impensável anos atrás. O país carrega o apelido de República do Silício, pois hospeda uma fábrica da Intel desde 1998.
Na época, a gigante dos processadores sondou o Brasil, mas impostos e burocracia fizeram a empresa procurar outro lugar informação confirmada pelo próprio presidente da Intel, durante sua última visita ao Brasil. Em 1999, os chips da Intel já eram responsáveis por metade dos 8,4% de crescimento no PIB e por 37% das exportações costa–riquenhas. Uma façanha.
Tailândia, Filipinas, China, África do Sul. O ponto em comum entre as iniciativas é a mesma base: o computador é uma ótima diversão, mas também é uma fonte de renda e de cidadania. Mark Waschauer se mostra descrente, contudo, com o populismo que alguns governos de países em desenvolvimento fazem com a inclusão digital. Brasil incluso.
Entrevista: Mark Warschauer
Mark Warschauer é professor de Educação e de Informação & Ciência da Computação na Universidade da Califórnia, além de fazer parte do Centro de Estudos em Tecnologia da Informação e Organizações.
Há anos estudando o impacto social das ações de inclusão digital em países da América Latina, ele já esteve mais de uma vez no Brasil para conhecer as atividades do CDI, dos Telecentros em São Paulo e de outros projetos paralelos. Autor do livro “Tecnologia e Inclusão Social: repensando a divisória digital”, ele também edita o periódico Aprendizado de Linguagem & Tecnologia e nos concedeu esta entrevista exclusiva.
- Quais os projetos brasileiros de inclusão digital que você mais conhece?
- Para elaborar o livro, viajei para o Brasil e conheci bastante o Sampa.org, o CDI, o Projeto Clicar e alguns telecentros do Governo de São Paulo. Fiquei particularmente impressionado com o trabalho do CDI, pois há muita coisa ali que realmente funciona e são bem atraentes. Primeiro, porque eles estão conseguindo atingir locais e comunidades onde há, de fato, uma necessidade de inclusão digital. Segundo, conseguem recursos de várias fontes, induzindo à inclusão social de jovens pela digital.
- É possível falar em inclusão digital em um País como o Brasil, onde os índices sociais são baixos, a economia é desigual e o desemprego é gritante? Projetos de computadores populares, como ocorre há anos por aqui sem sair do papel, funcionam?
- Depende. Os projetos de inclusão digital são de extremo valor para melhorar esses índices, desde que coordenados de forma apropriada, sem populismos e sem discursos vazios. Por outro lado, a idéia tipicamente governamental de empurrar computadores em todas as casas pode ser um tiro no pé e gerar um efeito exatamente contrário à melhoria social. O Brasil não é a única nação do mundo a tentar fazer isso, então, deveriam olhar o que foi feito lá fora, em cenários semelhantes, para não cometerem os mesmos erros.
- Como assim?
- Empurrar computadores nas casas apenas com incentivos governamentais não é produtivo, porque o dinheiro investido na idéia poderia ser utilizado em projetos de economia social e desenvolvimento, os quais podem envolver tecnologia ou não. Mas vender computador por vender, independente do preço, não melhora a qualidade de vida de ninguém. O acesso à ferramenta [computador] é importante, porém, com um sentido mais amplo e coletivo de melhoria social.
- E qual seria a solução?
- O acesso às mídias digitais não é uma exclusividade da elite. Há vários caminhos de melhorar o cenário atual de exclusão, com relações custo/benefício razoáveis. A instalação de computadores nas escolas, por exemplo, é uma das alternativas que se mostraram mundialmente eficientes nos países em desenvolvimento - desde que seja levada a sério, com instrutores, equipamentos funcionando e diretrizes claras. São essas as grandes dificuldades. Em geral, o pessoal envia os computadores, discursa, sai no jornal e pronto. Cada um que se vire. Com diretrizes sérias, o aluno não apenas aprende o que tem que aprender na sala de aula, mas também sai da escola com um ofício. A longo prazo, é notória a inclusão social que ações assim podem gerar.
Projetos só mudam de nome
Em março deste ano, o Governo publicou no Diário Oficial da União o decreto que constitui a coordenação nacional do Casa Brasil, um projeto que reúne todas as iniciativas governamentais de inclusão digital. O problema é que as idéias por trás do Casa Brasil têm circulado desde 2003, sem nada concreto. Antes deles, projetos com nomes diferentes já existiam, sempre no papel.
É uma situação similar ao que ocorre com o projeto do PC Conectado, um computador popular para pessoas de baixa renda. O conceito não tem nada de novo. De acordo com informações da Agência Brasil, o projeto Casa Brasil de agora quer estabelecer as diretrizes e os critérios de seleção das localidades que serão beneficiadas com recursos federais, além de acompanhar a implementação.
Em entrevista à agência, o presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, Sérgio Amadeu, considerou o decreto como o reconhecimento que a inclusão digital deve ser uma política pública relevante. O Instituto é o maior parceiro do governo no PC Conectado, adiado pela terceira vez em apenas três meses.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
sábado, 1 de setembro de 2007
O QUE É A REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS?
É UM CONCEITO DE UNIR PESSOAS PARA TOMAREM CONHECIMENTO DA INTERNET E DOS NEGÓCIOS COM GERAÇÃO DE RENDA EXTRA DIRETA E INDIRETA ATRAVÉS DE INDICAÇÕES E REPRESENTAÇÕES DAS EMPRESAS ASSOCIADAS. POSSIBILITANDO ENTRETENIMENTO AO GRUPO. A REDE MN, não tem vínculos empregatícios com os membros cadastrados.
domingo, 19 de agosto de 2007
REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS.
REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS - HIDROGÊNIO
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REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS
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domingo, agosto 19, 2007
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REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS - VIDEO CONFERENCIA
http://www.hotconference.com/software/conference.php?id=10540828 


sábado, 18 de agosto de 2007
REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS OFERECE TREINAMENTOS E INTEGRAÇÃO AS EMPRESAS .
A REDE DE AMIGOS OFERECE TUDO ISSO NAS PALETRAS
FEITAS POR: EDMUNDO BORGES
A REDE ENSINA COMO USAR ESSES PROGRAMAS
BLOG HOME PAGE
GALERIA DE VIDEOS
GALERIA DE FOTOS
DOMINIO PRÓPRIO
E-MAIL PESONALIZADO
CADASTRO NO SKYPE
CADASTRO NO HOTMAIL
COMUNIDADE NO ORKUT
ANÚNCIOS GRATUITOS
CADASTRO NO BANCO ONLINE 24 HORAS
USO DO SATÉLITE
CURSOS E TREINAMENTOS ,CDS ,VIDEOS, DVDS E OUTROS
AGENDA ELETRÔNICA
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO COMERCIAL E PESSOAL
OUTROS PROGRAMAS ESPECIFICOS .
MAIORES INFORMAÇÕES
TEL 11 77226256
ENTRADA SOMENTE - 1 KILO DE ALIMENTO E 5 REAIS
http://www.slideshare.net/edmundoborges
REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS
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REDE MUNDIAL DE NEGÓCIOS
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sábado, agosto 18, 2007
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